
A leitura de Cristianismo Criativo (Steve Turner) me fez lembrar de Francis Schaeffer, pensador cristão que influenciou fortemente parte do movimento evangélico no século passado. Schaeffer era um pensador evangelical, não fundamentalista, que procurava entender o pensamento contemporâneo por meio das artes. Ele também procurou demonstrar logicamente porque a fé cristã é a melhor opção frente ao ateísmo ou ao misticismo. Seus livros A Morte da Razão e O Deus que Intervém são clássicos para serem lidos e relidos, principalmente pela galera que nasceu na tal da “pós-modernidade”. Mas até onde eu sei, estão esgotados e não foram relançados. Ele não tinha medo (nem nós deveríamos ter) de refletir sobre as artes (literatura, música, cinema, pintura, teatro, etc), procurar compreender a intenção do autor (ou a interpretação dos admiradores) e por meio desta reflexão fazer uma ponte com o cristianismo.
Que a igreja tenha um surto de Francis Schaeffer nos próximos anos!


